Há tempos atrás, em filmes de ficção como Star Wars, os personagens se comunicavam pelas galáxias através de ligações, aparecendo “do outro lado da linha” como um holograma em tempo real. Hoje essa mesma tecnologia já não é ficção, e sim realidade. É possível ir ao cinema e assistir filmes especialmente desenvolvidos em 3D com o auxílio de um óculos especial. Logo na sequência da tecnologia ser adotada por grandes cinemas, foi também extendida para as fabricantes de telefisão, possibilitando que essa experiência pudesse ser vivenciada dentro da própria casa do consumidor. Como se isso não fosse suficiente, anteontem, dia 4 de Outubro, a Toshiba anunciou o lançamento de sua televisão 3D que cria imagens automaticamente, sem a necessidade da utilização de um óculos.
Esse é o ritmo no qual a tecnologia vem evoluindo ao longo dos anos, criando novas formas de comunicação e interatividade com o usuário, além de disponibilizar as empresas plataformas cada vez mais atraentes para a divulgação de seus serviços e produtos. A tarefa de manter-se a frente da concorrência na utilização de novas tecnologias como maneira de agregar valor a marca e consquitar o consumidor não é nem um pouco facil, exigindo trabalho arduo da área de marketing e agências de comunicação. Não basta apenas ter conhecimento da inovação, é necessário utiliza-la da maneira correta, explorando os pontos valorizados pelo consumidor com as características compatíveis ao posicionamento da marca. É sobre esse assunto que o texto abaixo decorre, comentando sobre a influência da tecnologia no setor de comunicação, envolvendo desde o branding de marcas famosíssimas até novas formas de negócios e extensões de marca. Para enrriquecimento do assunto, contamos com a palestra de Alexandre Bessa, Gerente de Produto da Yahoo, dia 29 de Setembro na ESPM durante a aula de Abordagens Contemporâneas da Comunicação Mercadológica, conduzida pelo professor Paulo Roberto Ache.
Como todos sabemos, o branding de uma marca é construído através de diversas ferramentas e plataformas de comunicação, sendo que nada mais fácil do que transmitir ao consumidor os atributos que queremos agregar a esta marca, do que através da interatividade. Com isso, a grande maioria das áreas de marketing, e principalmente as agências de comunicação, não deixam passar oportunidades de utilização de tecnologias para cada vez mais agregar valores a marcas. Um ótimo exemplo disso foi o comercial da Philips chamado “Carousel”, que devido sua genialidade e contexto no qual foi desenvolvido, foi premiado em Cannes. Com o intúito de comunicar ao mercado o lançamento de uma nova televisão no formato de cinema 21:9, a Philips utilizou da mais avançada tecnologia para produzir um comercial onde a câmera circulava pela cena congelada de um assalto a banco. O resultado é impressionante e gerou grande repercussão tanto no mundo da comunicação quanto no mercado consumidor, agregando a marca atributos como modernismo, tecnologia avançada, pioneirismo, etc, os quais garantem vantagem competitiva a qualquer player desse setor.
A utilização de tecnologias como essa é muito complexa do ponto de vista mercadológico, pois o investimento necessário é alto e se a empresa não souber explorar todos os seus benefícios, dificilmente obterá um retorno interessante. Para a Ermenegildo Zegna, por exemplo, criar um comercial como o Carousel não é atrativo, pois seu posicionamento não vai de encontro aos valores agregados pela ferramenta. A marca comunica valores como tradição, elegância, sofisticação, características que não são trabalhadas nessa tecnologia, ou seja, para ela seria muito mais interessante utilizar qualquer outra plataforma de comunicação e obter os mesmo resultados (ou resultados muito parecidos) investindo bem menos.
Um outro caso de uso de tecnologia muito bem executado, e que coincidentemente também rendeu premiação em Cannes, foi o caso Twelpforce. A Best Buy desenvolveu um perfil no Twitter através do qual ela tira dúvidas, ouve reclamações e interage rapidamente com qualquer consumidor, tenha ele comprado produtos nas suas lojas ou não. A impressão que fica ao usuário desse serviço é que ele foi atendido imediatamente, que a Best Buy disponibiliza um time 24 horas para responde-lo e preocupa-se com o atendimento a cada cliente. Como se isso não fosse suficiente, a marca ainda consegue atrair novos clientes através do Twitter.
Como vimos no caso do Twelpforce, a internet também é uma plataforma que ainda pode ser extremamente explorada tanto no aspecto inovador quanto interativo. Cada vez mais os investimentos das empresas em internet ganha importância, demonstrando a relevância desse meio no setor de comunicação. Dentro do mundo da internet, uma ferramenta que as empresas estão começando a explorar e já demonstra grande performance são os Social Games, jogos baseados em redes sociais como Orkut e Facebook. Hoje esses jogos movimentam 1,5 bilhão de dólares, com expectativa de crescimento para 4,5 bilhões em 2015. Os usuários passam horas nesse “mundo paralelo”, colhendo frutas, batalhando, entre outras atividades, e existem diversas possibilidades de anúncio para marcas.
De uma maneira geral, as possibilidades provenientes do mundo digital são tão fascinantes e diversas, que estão sendo incansavelmente procuradas e exploradas pelas empresas. Estamos vivendo atualmente uma era de transição, onde o real e o digital se fundem de tal maneira que as próximas gerações não saberão sequer o que é a mídia digital, pois simplesmente não existirá a mídia “não-digital”. As empresas que souberem aproveitar dessas mudanças e usufruir dos benefícios da era digital serão as grandes marcas que ditarão as próximas tendências no mundo dos negócios.
Grupo:
Vinicius Olivo
Rafael Najm
Aldir Peruzzo
Marcelo Cury
João Guerra
sábado, 6 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O Google tem como missão empresarial organizar toda a informação e torná-la acessível e útil para todos. A priori a missão da empresa pode parecer um tanto quanto pretensiosa, porém o histórico do Google e seu desenvolvimento desde do surgimento vêm provando o contrário, para se ter uma idéia, hoje em dia cerca de 6% de todo o tráfego mundial de dados é da empresa, porcentagem que era de apenas 1% há três anos. Hoje a marca virou um ícone da internet, está avaliada em 43,577 bilhões. Segundo a pesquisa realizada anualmente da brandz é a marca de maior valor do mundo pelo quarto ano consecutivo.
Quando digitado no Google sobre o ambiente de trabalho Google apareceu aproximadamente 309.000 resultados em exatamente 23 segundos. A quantidade de informação gerada sobre a própria empresa já é de se admirar, não?
Porém, nesse espaço iremos abordar alguns aspectos muito interessantes sobre o ambiente corporativo. O Google hoje é considerado a melhor empresa para se trabalhar no Brasil, despertando assim, o interesse de muitos jovens. No entanto só interesse, não basta.
O processo seletivo da Google dura aproximadamente 6 meses e realiza desde entrevistas por telefone, resolução de cases até uma rigorosa avaliação do histórico escolar. Se não bastasse todo esse processo, após selecionado no Brasil, o candidato tem que ser aprovado pela sede americana, e é nesse momento, que muitos candidatos são eliminados.
Um ponto muito interessante do Google, é a flexibilidade e confiança que a empresa tem com os seus funcionários.Todos tem que trabalhar um certa quantidade de horas na empresa, mas caso precisem de muita concentração para alguma coisa e necessitem trabalhar em casa, não há problema algum. Além disso cada funcionário é responsável pelo registro de suas horas de trabalho. Ou seja confiança e responsabilidade são características chaves de cada funcionário.
O Google exige que no máximo a 100 metros dos funcionários tenham aperitivos, “comidinhas”, etc. Além disso, oferece um espaço com várias opções de lazer como: mesa de sinuca, vídeo game, jogos entre outras coisas.
Para muitos a Google vende apenas links patrocinados, e é reconhecida como um mero espaço para se buscar informações. Porém a empresa possuí um portfólio muito mais abrangente que isto. Os produtos são segmentados em quatro principais áreas: ferramentas de pesquisa (a própria Home do site, Google Maps, Google Earth e o Chrome), ferramentas de comunicação e redes Sociais (Orkut, Blogger, Picasa), monitoramento de sites (AdWords e Analythics) e ferramentas para melhorar o desempenho de computadores (pacote de softwares indispensáveis). Com o intuito de exercer sempre a sua missão, organizar e tornar acessível toda a informação gerada no mundo, a empresa atualiza e expande sua gama de produtos regularmente.
Segundo uma pesquisa do IBOP 91% dos usuários da internet estão na rede social do Google, O ORKUT. Sendo que destes 91% a grande maioria pertence a faixa etária de 25 a 49 anos. Além disso os internautas passam duas vezes mais tempo no Orkut que em outras redes sociais.
É considerada a segunda plataforma de busca do mundo, só ficando atrás da própria Google. Chegam mais de 1 bilhão de vídeos por dia no Youtube. Mais de 50% destes vídeos tem interações com os internautas. A cada minuto, 24h de vídeo são enviadas
GRUPO 10:
Julia Maia
Fabio Stipp
Marina Medeiros
Google, muito mais que uma marca
No dia 27 de outubro recebemos o Davi Cosso, estrategista de contas do Google, para dar uma palestra a respeito da empresa.
Dentre outras coisas, Davi nos contou sobre as dificuldades em trabalhar no Google. As coisas são tão difíceis por lá, que muitas vezes o RH pede uma ajudinha dos funcionários (Googlers) para indicarem alguém, já que “um Googler sabe reconhecer outro Googler”. Por essa dificuldade de conseguir profissionais que passem pelas as exigências do Google, a empresa tem a política de presentear seus funcionários com de R$ 5.000,00 para cada contratação efetivada por indicação. Essa bonificação mostra a confiança que a empresa tem em quem trabalha por lá.
O processo de contratação é feito através de várias etapas: a primeira é passar na avaliação do currículo. Nessa etapa, a maior parte dos candidatos é descartada. Em seguida, o futuro Googler recebe uma ligação do RH do Google pedindo toda a documentação acadêmica. Mas não pense que o papo é só em português; o RH já exige que o candidato domine pelo menos o inglês neste primeiro contato com a empresa.
É verdade: alguns dos pré-requisitos para se trabalhar no Google são: ter média igual ou superior a oito na faculdade, ter sido bem classificado no vestibular, além de hobbies e estilos de vida condizentes com a política da empresa.
Passando da entrevista por telefone, o candidato faz entrevistas pessoais com profissionais de diferentes áreas, e cada um deles busca uma característica particular no candidato, que satisfaça as necessidades de todas as áreas. Ao todo, o processo de contratação leva mais ou menos 6 meses. 6 MESES!!!!
O Google, que tem como missão: “Organizar toda a informação do mundo e torná-la acessível e útil para todos”, não para de criar novas ferramentas, programas e recursos, que alinhados à sua missão, suprem todas as necessidades da sociedade. Muitas vezes, os produtos criados são tão revolucionários que nós consumidores nem imaginaríamos ser Possível existir. Esse é um dos tantos diferenciais do Google que, através de uma seleção exigente dos seus funcionários e uma boa organização de seu tempo, é capaz de criar produtos cada vez mais indispensáveis para o ser humano.
Outra coisa que poucas empresas conseguem fazer, mas muitas delas quer é a “política da boa vizinhança” com seus funcionários. O Google tem um modelo bastante particular de trabalho, que não só estimula a manutenção dos produtos já existentes e a obtenção de novos recursos nesses produtos, mas também incentiva seus funcionários a sugerir novos produtos e serviços que, se implantados, podem gerar grandes bonificações a seus criadores.
Ainda como “política da boa vizinhança”, o Google têm uma grande preocupação com o bem-estar de seus funcionários e da sociedade como um todo. Engajado socialmente, a marca busca através de ações sócio-ambientais, levar informação para quem tem pouco ou nenhum recurso e instrução, além de preservar o planeta com ações como o dia da bicicleta e a coleta seletiva do lixo.
Essas açoes são só alguns exemplos de tudo que o Google faz para se engajar social e ambientalmente. Além disso, a marca se preocupa em promover a integração de seus funcionários, através de, por exemplo, o “Bigoday”. É por essas e outras que o Google é este fenômeno e não para de crescer.
Vale destacar que, em 2010, o Google foi eleito a marca mais valiosa do mundo pelo quarto ano consecutivo, e no Brasil, a melhor empresa para se trabalhar - segundo a Great Place To Work.
O Google, além de ser “o” Google, têm também produtos que estão entre os mais usados no nosso dia a dia:
• GoogleMaps: para ninguém se perder por aí. É um serviço de graça, como quase todos da empresa, que você pode fazer rotas para seu destino;

• Gmail: é conhecido, principalmente, pela sua grande capacidade de armazenar emails;
• Orkut: mesmo que você esteja na fase do Facebook, ainda é a rede social mais acessada do Brasil;
• YouTube: você pode publicar e assistir vídeos na internet;
• E outros, como Android e StreetView.
Mas todos esses produtos nós já conhecemos muito bem. A curiosidade, no fim das contas, é: como o Google ganha dinheiro, já que todos esses produtos que ele oferece são de graça?
Com a palestra do David, pudemos identificar uma parcela importante do ganha pão da empresa: Publicidade.
De acordo com o David, a “relevância é a chave para o Google”.
O Anunciante (que quer mostrar anúncios relevantes), o Usuário (que quer ver anúncios relevantes) e o próprio Google (que quer ser relevante para esses outros dois grupos, para que tenham boas experiências e voltem a usar seu sistema) querem ter relevância, cada um da sua maneira.
Por isso, os engenheiros do Google pensaram em um sistema que pudesse agregar a exigência de relevância desses três grupos e chegaram a uma espécie de Leilão Publicitário: toda vez que uma consulta é feita no Google, acontece um leilão por cliques.
E como funciona este leilão (simplificadamente)?
Cada anunciante lança seu preço por clique, que será ordenado do maior preço ao menor. Cada preço deve ser multiplicado pela qualidade do conteúdo oferecida pelo site do anunciante (este conteúdo é avaliado por milhões de usuários, que deixam seus comentários nas paginas e pelas pessoas que trabalham no Google, que procuram características como facilidade de navegação, organização do conteúdo, etc).
Resumindo:
Lance do Anunciante X Qualidade do Conteúdo = Ranking do Anunciante (que irá determinar sua posição na página do Google, na parte dos links patrocinados).
Exemplo 1 – Posição do anunciante no link patrocinado:
* Foto: Filme “Search Advertising with Google”.
Do mesmo jeito é calculado quanto cada anunciante deve pagar por clique.
Exemplo 2 – quanto o anunciante irá pagar por cliques, enfim:
* Foto: Filme “Search Advertising with Google”.
Abaixo, segue video explicativo do leilão do Google.
Anna Carolina Agnelli
Felipe Coutinho
Lívia Blanco
Paixão pelo Esporte
Para começar esse post, devemos dizer que tivemos um prazer muito grande por podermos fazer um trabalho sobre um tema do qual gostamos muito, o esporte, e isso foi proporcionado pela ótima palestra do publicitário Cássio Brandão, gerente de novas mídias na ESPN.
Começando a palestra propondo um grande bate-papo, em vez de uma exibição monótona, Cássio apresentou um tema muito interessante para a classe - As novas mídias e o impacto no mundo esportivo. Para introduzir o tema, ele apresentou um vídeo sobre o momento de transformação em que vivemos,mostrando que a dinâmica e o volume de informação crescem a uma velocidade impressionante no Brasil e no mundo. Além de apresentar informações atualizadas e interessantes sobre o cenário da tecnologia no Brasil, citando como exemplos o número de internatas no Brasil, que subiu para 67,5 milhões de pessoas, e o aumento do tempo médio de permanência do brasileiro na internet, que já é maior que o dos americanos, além de o Brasil ter já a segunda maior base de usuários do Gmail e do Youtube do mundo, fator altamente relevantes no que diz respeito ao respeito que o Brasil adquiriu perante as empresas que apostam em ações na internet, Cássio mostrou que as novas mídias, principalmente as redes sociais, representam grande importância no cotidiano dos internautas, especialmente dos que gostam de esportes, e por isso a ESPN se interessa tanto por essas novas plataformas de comunicação.
“A tecnologia é o Rock n’ Roll dessa geração.” – Foi com essa frase que Cássio começou a segunda parte de sua palestra, onde ele explicou como a ESPN age e quais os anceios da empresa com essas novas modalidades de comunicação que se configuram e aparecem a cada dia. Ele destacou que a ESPN vê uma oportunidade muito grande nas redes sociais, pois o esporte é o tema mais discutido nelas, portanto, é um ótimo espaço para a ESPN se comunicar com seu público-alvo.
A ESPN, mesmo sendo uma provedora de conteúdo jornalístico, trata o esporte da maneira que ele deve ser tratado, como uma paixão. E para lidar com essa paixão de modo correto e eficaz, a emissora se apóia em três pilares: INFORMAÇÃO, EMOÇÃO E DISPONIBILIDADE. Além disso, a empresa tem como missão servir aos fãs do esporte de maneira completa, jamais como uma adaptação, onde quer que eles estejam.
Para finalizar, Cássio sugeriu um debate sobre a Copa do mundo no Brasil, perguntando aos presentes suas opiniões, e externando ser completamente a favor do acontecimento da Copa no Brasil, e de todos os benefícios que a mesma vai trazer para o país, com a movimentação da economia e a melhora da infraestrutura. Por fim, Cássio apresentou um dado interessante, afirmando que as redes sociais, atualmente, representam 5% do faturamento total da companhia, e terminou a palestra com uma frase impactante para os amantes do esporte: “A paixão tem que continuar.”.
Eric
Bruno Custodio
Gabriel Caramelo
Leonardo Roppa
Começando a palestra propondo um grande bate-papo, em vez de uma exibição monótona, Cássio apresentou um tema muito interessante para a classe - As novas mídias e o impacto no mundo esportivo. Para introduzir o tema, ele apresentou um vídeo sobre o momento de transformação em que vivemos,mostrando que a dinâmica e o volume de informação crescem a uma velocidade impressionante no Brasil e no mundo. Além de apresentar informações atualizadas e interessantes sobre o cenário da tecnologia no Brasil, citando como exemplos o número de internatas no Brasil, que subiu para 67,5 milhões de pessoas, e o aumento do tempo médio de permanência do brasileiro na internet, que já é maior que o dos americanos, além de o Brasil ter já a segunda maior base de usuários do Gmail e do Youtube do mundo, fator altamente relevantes no que diz respeito ao respeito que o Brasil adquiriu perante as empresas que apostam em ações na internet, Cássio mostrou que as novas mídias, principalmente as redes sociais, representam grande importância no cotidiano dos internautas, especialmente dos que gostam de esportes, e por isso a ESPN se interessa tanto por essas novas plataformas de comunicação.
“A tecnologia é o Rock n’ Roll dessa geração.” – Foi com essa frase que Cássio começou a segunda parte de sua palestra, onde ele explicou como a ESPN age e quais os anceios da empresa com essas novas modalidades de comunicação que se configuram e aparecem a cada dia. Ele destacou que a ESPN vê uma oportunidade muito grande nas redes sociais, pois o esporte é o tema mais discutido nelas, portanto, é um ótimo espaço para a ESPN se comunicar com seu público-alvo.
A ESPN, mesmo sendo uma provedora de conteúdo jornalístico, trata o esporte da maneira que ele deve ser tratado, como uma paixão. E para lidar com essa paixão de modo correto e eficaz, a emissora se apóia em três pilares: INFORMAÇÃO, EMOÇÃO E DISPONIBILIDADE. Além disso, a empresa tem como missão servir aos fãs do esporte de maneira completa, jamais como uma adaptação, onde quer que eles estejam.
Para finalizar, Cássio sugeriu um debate sobre a Copa do mundo no Brasil, perguntando aos presentes suas opiniões, e externando ser completamente a favor do acontecimento da Copa no Brasil, e de todos os benefícios que a mesma vai trazer para o país, com a movimentação da economia e a melhora da infraestrutura. Por fim, Cássio apresentou um dado interessante, afirmando que as redes sociais, atualmente, representam 5% do faturamento total da companhia, e terminou a palestra com uma frase impactante para os amantes do esporte: “A paixão tem que continuar.”.
Eric
Bruno Custodio
Gabriel Caramelo
Leonardo Roppa
GOOGLE - As coisas como elas são!
Para fechar com chave de ouro as palestras da disciplina de Abordagens Contemporâneas da Comunicação Mercadológica, tivemos o prazer de receber Davi Cosso, ex-aluno da ESPM formado em Publicidade e Propaganda.
Hoje Davi faz parte da seleta equipe Google Brasil, trabalhando como Estrategista de Contas. Lidando diretamente com empresas dos setores financeiro e automotivo, ele é responsável por fazer o planejamento estratégico da publicidade online de seus clientes.
Sua experiência profissional começou em agências como a Talent e a GP7, também na área de planejamento. Participou do Oxygen, grupo focado em inteligência de mercado e tendências, dando suporte ao time criativo da agência.
GOOGLINESS
Prestes a completar um ano de empresa, Davi comentou que o processo seletivo da Google não é nada simples. Além de diversos pré-requisitos, entre eles boas notas na faculdade, os candidatos à uma vaga na empresa precisam carregar um certo “Googliness”, ou seja, ter a cara da empresa. O mais incrível é que esse conceito não pode ser explicado e muito menos construído, ou você tem ou não tem!
Apesar de parecer bastante subjetivo, o que a Google realmente busca é profissionais que acreditem na filosofia da empresa, e dessa maneira construir uma equipe engajada em todos os projetos da marca. A missão de “organizar toda a informação do mundo e torná-la acessível e útil para todos” também pode parecer impossível, mas não é.
Esse objetivo permeia todos os produtos e serviços que a Google oferece. Entre projetos que começaram do zero ou que adquiriram de outros desenvolvedores, estão o Youtube, o Orkut, Google Chrome, Google Maps, Google Earth, Picasa, Android e por aí vai.
UM MODELO ENGENHOSO DE NEGÓCIO
Como diversificar tanto o negócio e, ao mesmo tempo, manter uma linha estratégica que dê unidade ao empreendimento? No mundo todo, a Google tem um modo específico muito utilizado por engenheiros que serve como bússola para seu crescimento: o modelo 70-20-10.
E o que afinal indica este modelo? Indica um modo específico para dividir o tempo, o esforço e os investimentos da empresa.
Os primeiros 70% devem atender ao Core Business da empresa, o que na Google significa aprimorar cada vez mais sua plataforma de busca e suas soluções para publicidade online – os chamados Ad Words e Ad Sense.
Em seguida, vem os 20% de sua produtividade que deve ser orientada para projetos relacionados ao core business da empresa como é o caso do Gmail e Picasa por exemplo.
E, por fim, os 10% finais que são a cereja do bolo. É aí que estão as grandes descobertas da empresa: é esse tempo que eles têm para buscar inovar cada vez mais. Esse é o grande diferencial da Google: o conceito de inovação não é uma ilusão e nem fica tão distante do dia-a-dia dos escritórios Google. Esta meta faz parte da agenda de cada funcionário, e é a protagonista para o sucesso da marca que há quatro anos é considerada a mais valiosa do mundo. Esta aí também a razão pela qual o Google foi eleito o melhor lugar para se trabalhar.
O QUE O MUNDO GANHA COM O GOOGLE?
Vimos que desde que começou, a marca ganha cada vez mais valor de seus funcionários e clientes, então, como dar o retorno para a sociedade?
A Google procura criar programas socioambientais que contribuam para uma vida mais equilibrada para a sociedade e para os próprios funcionários. Datas como "Bike to Work Day" são levadas a sério por Googlers de todo o mundo. A "Google Serve" entrega benefícios para diferentes comunidades onde a Google está inserida, onde os funcionários tiram um dia de trabalho na empresa para prestarem serviços a sociedade, como ensinar pessoas carentes a utilizarem a tecnologia a seu favor. Com o “Self Power Commuting” a empresa entrega pontos para aqueles funcionários que usam o próprio corpo como força motora para chegar ao trabalho. Os que vão a pé, de bicicleta ou skate, ganham pontos que são revertidos em doações feitas pela empresa em nome de cada funcionário que participa do programa.
São ações como essa que envolvem cada vez mais seus funcionários com a empresa e geram um benefício em troca para a sociedade, seja este direto ou não.
E O QUE O GOOGLE GANHA COM ISSO?
Depois de pensar em tudo isso, vem a grande pergunta: como é que a Google ganha dinheiro para manter toda essa filosofia?
Ao invés do Marketing tradicional, o negócio todo da Google gira em torno do Marketing de Interesse. Eles enxergaram o óbvio: não existe apenas uma maneira de entrar em contato com o seu target. Um consumidor pode chegar à sua marca trilhando diferentes caminhos, e no caso do Google, através de diferentes palavras-chave.
Com os links patrocinados e o Ad Words, é possível colocar uma marca em contato com o seu target em apenas um click. Essa é uma maneira de reagir a uma demanda que vem do próprio consumidor dentro da plataforma de busca. O Google oferece opções para que você responda ao seu público antes de seus concorrentes e com maior visibilidade. A segmentação atingida pelo Google possibilita ações personalizadas por região, idioma, horário e data. Buscando assim tornar a comunicação entre o anunciante e seu alvo cada vez mais eficaz
Existe ainda um outro jeito que a Google encontrou de facilitar a publicidade online e gerar receita a partir dela. Com o Ad Sense, a Google administra uma rede imensa de displays espalhados por sites do mundo todo, e disponibiliza uma maneira mais ativa para que as marcas atinjam seu target.
Para entender melhor as ferramentas da Google, assista esse vídeo – imperdível para publicitários e marketeiros que estão começando sua vida profissional.
Grupo:
Felipe Montuori
Paula Gaia
6E
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
REPENSE!
No dia 20 de outubro, recebemos a visita da Margareth Goldenberg. A Margareth é formada em psicologia e é uma das fundadoras do Instituto Ayrton Senna, que nasceu há cerca de 15 anos. Atualmente ela trabalha na REPENSE! e veio nos contar um pouco sobre o foco de abordagem dessa agência. Atualmente a Repense atua no mercado calcada em pilares: engajamento sócio-ambiental das marcas, buscar falar com o cidadão e não com o “consumidor” e a criatividade colaborativa (essência da agência). Um dos principais projetos da Repense em 2010 foi a elaboração da revista Think &Love.*
Depois de passarmos por um semestre inteiro de aulas de “Responsabilidade Sócio-Ambiental Empresarial”, foi interessante ter a presença de alguém que tenha nos explicado finalmente a relevância desse assunto para a aquilo que estudamos: a publicidade. Esperamos que através desse post consigamos transmistir um pouco do que aprendemos durante as quase duas horas de palestra.
Já é bastante comum nos dias de hoje vermos empresas que focam seus esforços de comunicação para apelos “sociais”. Selos “socialmente responsáveis” já se tornaram commodity e ajudar uma causa nobre não é mais um diferencial, é um requisito básico. O fato é que, em meio a tantas informações e terminologias, o consumidor se confunde e já não sabe mais discernir as atuações sociais de cada uma das marcas. Um produto “Orgânico” se confunde com um produto “Verde”, e a sustentabilidade acaba se perdendo entre os tantos produtos que prometem grandes feitos pela natureza.
COMO ENTÃO COMUNICAR A SUSTENTABILIDADE?
O primeiro passo a ser tomado pela maior parte das empresas, é sair da posição cômoda de “fazer por fazer” e engajar seus seguidores. A relação marca x consumidor deve ser aproximada em prol de um bem maior, e não utilizar o bem maior como uma forma de promover a unicamente a marca como acontece hoje. Para isso, segue um guia rápido que a Margareth apresentou para comunicar a sustentabilidade de forma eficiente:
1. Comunique em camadas! Atraia, explique, envolva, sensibilize e por fim, engaje. Uma campanha que tente fazer tudo isso ao mesmo tempo,provavelmente fracassará uma vez que o acúmulo e excesso de informações fará com que o consumidor não absorva nada.
2. Seja claro e direto! Use uma linguagem que se faça entender. Use exemplos, comparações, etc. O público não está interessado em termos técnicos!
3. Seja preciso e comparável! Sempre alinhe-se a padrões e critérios nacionais e globais. Quantifique! Mostre o quanto você está fazendo!
4. Seja coerente! É melhor admitir que faz pouco. A tendência das agências é avaliar as ações das empresas para não colaborarem com greenwashing. Boa intenção não basta!
5. Seja autêntico!
6. Conte histórias, envolva, encante! Lembrando sempre que contar histórias não é só contar coisas boas. O Storytelling está na arte de envolver com histórias e não necessariamente com finais felizes!
7. Crie espaços de interação! Lembre-se de dialogar com todos os stakeholders!
8. Seja transparente!
9. Apresente uma visão positiva do futuro! Visões positivas favorecem o engajamento. Só se engaja quem acredita que pode fazer a diferença. Promover o pânico não é a melhor opção e desmotiva o público!
10. SURPREENDA! INOVE!
Para esquematizar os pontos apresentados, o grupo esquematizou de forma prático com um case interessante sobre a Danoninho. Para aqueles que tiverem curiosidade segue o link:
https://docs.google.com/fileview?id=0B51TaiWRE7jOMThiODVjNjYtMmQ3Ny00YTMxLTlkZmQtM2Y2MjZiNDNkNWEw&hl=en
* ENTENDA MAIS SOBRE O PROJETO THINK & LOVE!
A revista Think&Love, juntamente com o seu portal na internet WWW.thinkandlove.com.br, foram totalmente reformulados no seu novo layout e conteúdo especializado, sobre todas as áreas que envolvem a sustentabilidade e seus três pilares (social, ambiental e econômico). Além disso, para estarem mais próximos de seus leitores e parceiros, será criada uma conta no twitter : @thinkandlove; onde será possível para leitores e parceiros uma nova fonte de informação e interação.
Tanto o site quanto a revista são divididos em ícones que representam o Meio Ambiente; Educação; Saúde; Arte e Cultura; Combate à pobreza e Outros.
Cada um desses ícones representa alguma área socioeconômica que precisa ser divulgada para ter o apoio de qualquer um que possa ajudar, no site e na revista é possível entender um pouco mais sobre essas questões tão importantes na nossa sociedade. Além disso, no site, é disponibilizada informações sobre causas e como podemos ajudar.
ALINE BANDEIRA
FABIANA ALBANESE
GABY DORIS
LETÍCIA VONO
Depois de passarmos por um semestre inteiro de aulas de “Responsabilidade Sócio-Ambiental Empresarial”, foi interessante ter a presença de alguém que tenha nos explicado finalmente a relevância desse assunto para a aquilo que estudamos: a publicidade. Esperamos que através desse post consigamos transmistir um pouco do que aprendemos durante as quase duas horas de palestra.
Já é bastante comum nos dias de hoje vermos empresas que focam seus esforços de comunicação para apelos “sociais”. Selos “socialmente responsáveis” já se tornaram commodity e ajudar uma causa nobre não é mais um diferencial, é um requisito básico. O fato é que, em meio a tantas informações e terminologias, o consumidor se confunde e já não sabe mais discernir as atuações sociais de cada uma das marcas. Um produto “Orgânico” se confunde com um produto “Verde”, e a sustentabilidade acaba se perdendo entre os tantos produtos que prometem grandes feitos pela natureza.
COMO ENTÃO COMUNICAR A SUSTENTABILIDADE?
O primeiro passo a ser tomado pela maior parte das empresas, é sair da posição cômoda de “fazer por fazer” e engajar seus seguidores. A relação marca x consumidor deve ser aproximada em prol de um bem maior, e não utilizar o bem maior como uma forma de promover a unicamente a marca como acontece hoje. Para isso, segue um guia rápido que a Margareth apresentou para comunicar a sustentabilidade de forma eficiente:
1. Comunique em camadas! Atraia, explique, envolva, sensibilize e por fim, engaje. Uma campanha que tente fazer tudo isso ao mesmo tempo,provavelmente fracassará uma vez que o acúmulo e excesso de informações fará com que o consumidor não absorva nada.
2. Seja claro e direto! Use uma linguagem que se faça entender. Use exemplos, comparações, etc. O público não está interessado em termos técnicos!
3. Seja preciso e comparável! Sempre alinhe-se a padrões e critérios nacionais e globais. Quantifique! Mostre o quanto você está fazendo!
4. Seja coerente! É melhor admitir que faz pouco. A tendência das agências é avaliar as ações das empresas para não colaborarem com greenwashing. Boa intenção não basta!
5. Seja autêntico!
6. Conte histórias, envolva, encante! Lembrando sempre que contar histórias não é só contar coisas boas. O Storytelling está na arte de envolver com histórias e não necessariamente com finais felizes!
7. Crie espaços de interação! Lembre-se de dialogar com todos os stakeholders!
8. Seja transparente!
9. Apresente uma visão positiva do futuro! Visões positivas favorecem o engajamento. Só se engaja quem acredita que pode fazer a diferença. Promover o pânico não é a melhor opção e desmotiva o público!
10. SURPREENDA! INOVE!
Para esquematizar os pontos apresentados, o grupo esquematizou de forma prático com um case interessante sobre a Danoninho. Para aqueles que tiverem curiosidade segue o link:
https://docs.google.com/fileview?id=0B51TaiWRE7jOMThiODVjNjYtMmQ3Ny00YTMxLTlkZmQtM2Y2MjZiNDNkNWEw&hl=en
* ENTENDA MAIS SOBRE O PROJETO THINK & LOVE!
A revista Think&Love, juntamente com o seu portal na internet WWW.thinkandlove.com.br, foram totalmente reformulados no seu novo layout e conteúdo especializado, sobre todas as áreas que envolvem a sustentabilidade e seus três pilares (social, ambiental e econômico). Além disso, para estarem mais próximos de seus leitores e parceiros, será criada uma conta no twitter : @thinkandlove; onde será possível para leitores e parceiros uma nova fonte de informação e interação.
Tanto o site quanto a revista são divididos em ícones que representam o Meio Ambiente; Educação; Saúde; Arte e Cultura; Combate à pobreza e Outros.
Cada um desses ícones representa alguma área socioeconômica que precisa ser divulgada para ter o apoio de qualquer um que possa ajudar, no site e na revista é possível entender um pouco mais sobre essas questões tão importantes na nossa sociedade. Além disso, no site, é disponibilizada informações sobre causas e como podemos ajudar.
ALINE BANDEIRA
FABIANA ALBANESE
GABY DORIS
LETÍCIA VONO
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Palestra: Walt Disney Company e suas diversas linhas de negócio
Palestrante: Roberta Fraissat
No dia 06/10/2010 recebemos a palestrante Roberta Fraissat, gerente de marketing da Disney Brasil, atuante há 14 anos na empresa, sendo 8 destes unicamente segmentados à área de cinema. A atuação em diversas linhas de negócios da empresa foi o assunto inicial da palestrante.
O cinema é a linha de negócio mais conhecida da empresa, seguido de licenciamento de produtos, canais de TV e jogos, também considerados pontos fortes da organização. O escritório em São Paulo gerencia todas as linhas de negócio no Brasil, como cinema, DVDs e Blu-ray, internet, mobile, games, canais de TV por assinatura, publicações e a área de produtos de consumo.
Exposição em bilheterias (O ponto de venda do produto):
De acordo com Roberta, os cinemas não oferecem espaço de exposição, restringindo as possibilidades de publicidade na bilheteria do cinema, lugar de grande influencia no ato da compra. Porém, isso não impede a equipe de marketing da organização de desenvolver ações para alavancar as compras de ingressos, como cartazes e promoções nas cantinas de entrada.
O trailer também pode ser considerado uma exposição influente, pois o seu custo é composto apenas pela sua produção, sua exibição não é paga e oferece visibilidade a um público qualificado.
Mercado Cinematográfico no Brasil
De acordo com a palestrante, o mercado cinematográfico vem crescendo constantemente no Brasil e no mundo, e a tendencia das salas 3D vem dominando grande parte dos cinemas mundiais.
Salas de cinema | ||
Ano | Salas 3D | Salas 2D |
2007 | 6 | 2120 |
2008 | 28 | 2063 |
2009 | 97 | 1999 |
2010 | 160 | 1967 |
No ano de 2010, o crescimento foi superior aos demais anos, com maior público e renda líquida proporcional ao mesmo. Este fator influenciou diretamente no aumento da construção de salas de cinemas. Mesmo assim, o mercado de exibição no Brasil é pequeno, com poucas salas para atender o público total.
Os principais players desse mercado são: Cinemark, Ribeiro, Araujo, UCI e Grupo Espaço.
Cinema | |
Público total | 112.762.168 |
Renda total | R$ 970.407.844,00 |
Filme nacional | R$ 131.463.457,00 |
Filme estrangeiro | R$ 838.944.387,00 |
Ingresso per capta | 0,6 |
O cinema nacional também vem ganhando o seu espaco com amostras em salas de cinema de todo o país.
Líderes do ano | |
Campeão de público | A era do gelo 2 |
Campeão nacional | Se eu fosse você 2 |
Exibidor nº1 | Cinemark |
Distribuidor nº1 | Fox |
Distribuidores inseridos no mercado
Disney: Joint Venture com Sony entertainment
CASE ALICE
Alice Trailer
A empresa desenvolveu ações para desvencilhar o posicionamento do desenho animado já existente da moderna adaptacao de Tim Burton. Bloggeros de grande influencia com o target to filme foram convidados a uma pre estreia VIP, copos customizados com os personagens do filme foram distribuidos e a quantidade produzida foi suficiente unicamente para as primeiras semanas, reflexo do sucesso de bilheteria. Parcerias com marcas de grande influencia tambem ajudaram a alavancar a imagem e o reposicionamento da nova versao do desenho.
Parceria HStern e Disney
HStern – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ellus – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ellus – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ações desenvolvidas durante a estréia de Alice no país das maravilhas:
CSOS6A
Fernando Oliveira
Juliana Benincasa
Michele Klepacz
Samuel Schloenbac
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