No dia 20 de outubro, recebemos a visita da Margareth Goldenberg. A Margareth é formada em psicologia e é uma das fundadoras do Instituto Ayrton Senna, que nasceu há cerca de 15 anos. Atualmente ela trabalha na REPENSE! e veio nos contar um pouco sobre o foco de abordagem dessa agência. Atualmente a Repense atua no mercado calcada em pilares: engajamento sócio-ambiental das marcas, buscar falar com o cidadão e não com o “consumidor” e a criatividade colaborativa (essência da agência). Um dos principais projetos da Repense em 2010 foi a elaboração da revista Think &Love.*
Depois de passarmos por um semestre inteiro de aulas de “Responsabilidade Sócio-Ambiental Empresarial”, foi interessante ter a presença de alguém que tenha nos explicado finalmente a relevância desse assunto para a aquilo que estudamos: a publicidade. Esperamos que através desse post consigamos transmistir um pouco do que aprendemos durante as quase duas horas de palestra.
Já é bastante comum nos dias de hoje vermos empresas que focam seus esforços de comunicação para apelos “sociais”. Selos “socialmente responsáveis” já se tornaram commodity e ajudar uma causa nobre não é mais um diferencial, é um requisito básico. O fato é que, em meio a tantas informações e terminologias, o consumidor se confunde e já não sabe mais discernir as atuações sociais de cada uma das marcas. Um produto “Orgânico” se confunde com um produto “Verde”, e a sustentabilidade acaba se perdendo entre os tantos produtos que prometem grandes feitos pela natureza.
COMO ENTÃO COMUNICAR A SUSTENTABILIDADE?
O primeiro passo a ser tomado pela maior parte das empresas, é sair da posição cômoda de “fazer por fazer” e engajar seus seguidores. A relação marca x consumidor deve ser aproximada em prol de um bem maior, e não utilizar o bem maior como uma forma de promover a unicamente a marca como acontece hoje. Para isso, segue um guia rápido que a Margareth apresentou para comunicar a sustentabilidade de forma eficiente:
1. Comunique em camadas! Atraia, explique, envolva, sensibilize e por fim, engaje. Uma campanha que tente fazer tudo isso ao mesmo tempo,provavelmente fracassará uma vez que o acúmulo e excesso de informações fará com que o consumidor não absorva nada.
2. Seja claro e direto! Use uma linguagem que se faça entender. Use exemplos, comparações, etc. O público não está interessado em termos técnicos!
3. Seja preciso e comparável! Sempre alinhe-se a padrões e critérios nacionais e globais. Quantifique! Mostre o quanto você está fazendo!
4. Seja coerente! É melhor admitir que faz pouco. A tendência das agências é avaliar as ações das empresas para não colaborarem com greenwashing. Boa intenção não basta!
5. Seja autêntico!
6. Conte histórias, envolva, encante! Lembrando sempre que contar histórias não é só contar coisas boas. O Storytelling está na arte de envolver com histórias e não necessariamente com finais felizes!
7. Crie espaços de interação! Lembre-se de dialogar com todos os stakeholders!
8. Seja transparente!
9. Apresente uma visão positiva do futuro! Visões positivas favorecem o engajamento. Só se engaja quem acredita que pode fazer a diferença. Promover o pânico não é a melhor opção e desmotiva o público!
10. SURPREENDA! INOVE!
Para esquematizar os pontos apresentados, o grupo esquematizou de forma prático com um case interessante sobre a Danoninho. Para aqueles que tiverem curiosidade segue o link:
https://docs.google.com/fileview?id=0B51TaiWRE7jOMThiODVjNjYtMmQ3Ny00YTMxLTlkZmQtM2Y2MjZiNDNkNWEw&hl=en
* ENTENDA MAIS SOBRE O PROJETO THINK & LOVE!
A revista Think&Love, juntamente com o seu portal na internet WWW.thinkandlove.com.br, foram totalmente reformulados no seu novo layout e conteúdo especializado, sobre todas as áreas que envolvem a sustentabilidade e seus três pilares (social, ambiental e econômico). Além disso, para estarem mais próximos de seus leitores e parceiros, será criada uma conta no twitter : @thinkandlove; onde será possível para leitores e parceiros uma nova fonte de informação e interação.
Tanto o site quanto a revista são divididos em ícones que representam o Meio Ambiente; Educação; Saúde; Arte e Cultura; Combate à pobreza e Outros.
Cada um desses ícones representa alguma área socioeconômica que precisa ser divulgada para ter o apoio de qualquer um que possa ajudar, no site e na revista é possível entender um pouco mais sobre essas questões tão importantes na nossa sociedade. Além disso, no site, é disponibilizada informações sobre causas e como podemos ajudar.
ALINE BANDEIRA
FABIANA ALBANESE
GABY DORIS
LETÍCIA VONO
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Palestra: Walt Disney Company e suas diversas linhas de negócio
Palestrante: Roberta Fraissat
No dia 06/10/2010 recebemos a palestrante Roberta Fraissat, gerente de marketing da Disney Brasil, atuante há 14 anos na empresa, sendo 8 destes unicamente segmentados à área de cinema. A atuação em diversas linhas de negócios da empresa foi o assunto inicial da palestrante.
O cinema é a linha de negócio mais conhecida da empresa, seguido de licenciamento de produtos, canais de TV e jogos, também considerados pontos fortes da organização. O escritório em São Paulo gerencia todas as linhas de negócio no Brasil, como cinema, DVDs e Blu-ray, internet, mobile, games, canais de TV por assinatura, publicações e a área de produtos de consumo.
Exposição em bilheterias (O ponto de venda do produto):
De acordo com Roberta, os cinemas não oferecem espaço de exposição, restringindo as possibilidades de publicidade na bilheteria do cinema, lugar de grande influencia no ato da compra. Porém, isso não impede a equipe de marketing da organização de desenvolver ações para alavancar as compras de ingressos, como cartazes e promoções nas cantinas de entrada.
O trailer também pode ser considerado uma exposição influente, pois o seu custo é composto apenas pela sua produção, sua exibição não é paga e oferece visibilidade a um público qualificado.
Mercado Cinematográfico no Brasil
De acordo com a palestrante, o mercado cinematográfico vem crescendo constantemente no Brasil e no mundo, e a tendencia das salas 3D vem dominando grande parte dos cinemas mundiais.
Salas de cinema | ||
Ano | Salas 3D | Salas 2D |
2007 | 6 | 2120 |
2008 | 28 | 2063 |
2009 | 97 | 1999 |
2010 | 160 | 1967 |
No ano de 2010, o crescimento foi superior aos demais anos, com maior público e renda líquida proporcional ao mesmo. Este fator influenciou diretamente no aumento da construção de salas de cinemas. Mesmo assim, o mercado de exibição no Brasil é pequeno, com poucas salas para atender o público total.
Os principais players desse mercado são: Cinemark, Ribeiro, Araujo, UCI e Grupo Espaço.
Cinema | |
Público total | 112.762.168 |
Renda total | R$ 970.407.844,00 |
Filme nacional | R$ 131.463.457,00 |
Filme estrangeiro | R$ 838.944.387,00 |
Ingresso per capta | 0,6 |
O cinema nacional também vem ganhando o seu espaco com amostras em salas de cinema de todo o país.
Líderes do ano | |
Campeão de público | A era do gelo 2 |
Campeão nacional | Se eu fosse você 2 |
Exibidor nº1 | Cinemark |
Distribuidor nº1 | Fox |
Distribuidores inseridos no mercado
Disney: Joint Venture com Sony entertainment
CASE ALICE
Alice Trailer
A empresa desenvolveu ações para desvencilhar o posicionamento do desenho animado já existente da moderna adaptacao de Tim Burton. Bloggeros de grande influencia com o target to filme foram convidados a uma pre estreia VIP, copos customizados com os personagens do filme foram distribuidos e a quantidade produzida foi suficiente unicamente para as primeiras semanas, reflexo do sucesso de bilheteria. Parcerias com marcas de grande influencia tambem ajudaram a alavancar a imagem e o reposicionamento da nova versao do desenho.
Parceria HStern e Disney
HStern – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ellus – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ellus – Coleção Alice no país das maravilhas.
Ações desenvolvidas durante a estréia de Alice no país das maravilhas:
CSOS6A
Fernando Oliveira
Juliana Benincasa
Michele Klepacz
Samuel Schloenbac
sábado, 16 de outubro de 2010
Disney: a empresa por trás da magia
No dia 6 de outubro, recebemos na ESPM a gerente de marketing da Disney Brasil, Roberta Fraissat. Ha 14 anos na empresa, dedicou seus últimos 8 anos na área de cinema, a qual integra a estrutura unificada da empresa. Além de produtora de filmes, a Disney também atua como distribuidora e compradora de filmes do mercado.
Roberta falou sobre as problemáticas do cinema no Brasil, como a falta de salas, apesar de parecer que existem bastante. O volume de filmes é muito grande e o Brasil está bem longe da saturação de PDVs; um número ideal seria o mesmo que havia na década de 80, de aproximadamente 3.600 salas de cinema. Hoje falamos de 90.000 habitantes para cada sala. Apesar disso, tem ocorrido uma melhora nos últimos anos, como fica nítido ao se falar de filmes 3D(“xodó” da empresa). Em 1997 se tratavam de apenas 3 salas 3D em todo Brasil e hoje já são 158.
A palestrante também nos contou que a Disney é grande produtora de filmes nacionais, e que hoje ela tem um selo que representa esta categoria (MIRAMAX- teve os direitos vendidos). Além deste, a empresa tem outras “marcas” para diferenciar e segmentar as categorias dos filmes. Entretanto, a estratégia é passar a usar “Disney” para tudo, com o objetivo de transmitir a percepção de uma marca de entretenimento para todas as idades e não somente voltada para o público infantil (a maioria dos filmes é familiar). A empresa irá se reposicionar no mercado e aos poucos, vai acabando com os seus “selos”.
Outro problema identificado por ela é que os custos de lançamento no Brasil são muito altos; de 15 a 20 lançamentos por ano, 2 ou 3 são os que trazem lucro para a empresa.
Roberta ainda comparou a complexidade do mercado em território brasileiro dizendo que “o negócio de cinema no Brasil é quase como a bolsa de valores” e concluiu: “ não pode haver erros na estimativa de orçamento”. O preço médio do ingresso é um fator limitante do quanto a empresa vai investir e, segundo a visão de alguém que está por trás da indústria cinematográfica, no Brasil o preço é muito baixo (houve “burburinhos” na sala neste momento! Rs). No entanto, quando se tem um bom ano de filmes estrangeiros, segundo Roberta, no ano seguinte provavelmente será um bom ano para o cinema nacional também, uma vez que haverá mais dinheiro investido nessa área por causa da renda que é convertida dos filmes internacionais.
No modelo da “bolsa de valores”, as informações fundamentais para o sucesso da empresa são as datas, público –alvo e concorrência. Toda semana muda a data de algum lançamento, devido à negociações, lançamentos dos outros competidores, realocações, etc. De qualquer forma, a Disney conta com o suporte de programas que fornecem dados importantíssimos para os negócios.
Tratando-se de lançamentos, ficamos sabendo que estes devem fazer girar a franquia ou seja, o filme que será lançado deve passar por todas as áreas, como PDV (desde as salas, até parcerias com as lanchonetes do cinema), móbile, etc. A equipe de vendas recebe treinamento! Na pré-estréia, há muito apoio da assessoria de imprensa para aumentar a visibilidade do filme. São convidados artistas e pessoas importantes.
O fenômeno Alice
Roberta nos contou sobre o caso do lançamento do filme “Alice no país das Maravilhas” e sobre toda forma de comunicação pré-lançamento, a qual começou com a promoção para os early adopters, no caso bloggeiros e pessoas do ramo de influência social, depois passou às atividades virais e por fim para a comunicação em massa.
Muitos devem se perguntar o por quê do relançamento de “Alice” e não de outro filme antigo da Disney.. e Roberta nos contou que, Alice aparecia em vários modelos de entretenimento do consumidor. Foi a partir daí que, fizeram um tracking para identificar onde aparecia o tema e encontraram muitos filmes, seriados, clipes musicais, desenhos, entre outros, e como bem planejado, a Disney decidiu se apropriar de sua “criação”. “Afinal, se Alice estava em tantos lugares, por que nós mesmos não falamos de Alice?”.
O filme foi recordista de pré venda na UCI e no Cinemark e dispôs de uma promoção integrada em diversos outros ramos que incorporaram a notoriedade e a imagem do filme para desenvolver eventos e produtos direcionados `a campanha de pré estréia.
Trailer Alice
Em mídia especializada em moda, a Walt Disney criou parceria com a Ellus que lançou uma coleção baseada no filme com uma loja conceito na Cidade Jardim que contou com a presença de celebridades atraindo o público para o cinema.
Coleção Ellus “Alice no País das Maravilhas”
A H. Stern desenvolveu toda uma linha de luxo de produtos conceito da “Alice no País das Maravilhas” para colecionadores com peças de até noventa mil reais. Um vídeo foi produzido especialmente para o diretor do filme, Tim Burton, com amostra dessas jóias.
Vídeo H. Stern
Jóias H. Stern
Outro ponto que passa despercebido por nós, simples espectadores, são os trailers. Gostamos de assisti-los, mas nunca paramos para pensar na complexidade que está por trás daquele “teaser” do filme. Esta é uma ferramenta super importante, pois além de não ser paga (as empresas não pagam os cinemas para exibirem seus trailers), a sua produção é barata e o consumidor é “obrigado” a assisti-lo.
No cinema, todo lugar é válido para divulgar seu filme; pilares, espelhos, vasos..porque é ali que a pessoa vai decidir o filme que vai assistir na semana que vem. Os materiais são muito importantes e, é de extrema importância a empresa saber se na semana do lançamento do seu filme, terá algum concorrente com mais material que ela. A Disney se precaveu bem e bombardeou os pontos de venda com materiais de Alice! Mais de 70% dos cinemas que exibiram “Alice”estavam cobertos de material. Os cinemas são auditados e toda semana Roberta disse que recebem as ações que ocorrerão.
A campanha de pré estréia contou com a verba de aproximados 10 milhões de reais (para cinema, pois tiveram outras mídias, parcerias, etc) e atingiu 4.343.559 de espectadores, e é um claro exemplo de como o planejamento de mídia deve ser abrangente e ao mesmo tempo minucioso para uma campanha de sucesso.
GRUPO:
Ana Luiza Pacheco e Silva
Ananda Santi
André Saad
Fernanda Motta
CSOS 6ºE
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Disney e o cinema
Disney
No dia 6 de outubro, recebemos na ESPM a gerente de marketing da Disney Brasil Roberta Fraissat. Há 14 anos na empresa, dedica seus últimos 8 anos na área de cinema, a qual integra a estrutura unificada da empresa. Além de produtora de filmes, a Disney também atua como distribuidora e compradora de filmes do mercado.
Roberta falou sobre as problemáticas do cinema no Brasil, como a falta de salas (essas que a partir da década de 80 foram substituídas por igrejas), apesar de parecer que existem bastante. O volume de filmes é muito grande e o Brasil está bem longe da saturação de PDVs; um número ideal seria o mesmo que havia na década de 80, de aproximadamente 3.600 salas de cinema. Hoje falamos de 90.000 habitantes para cada sala. Apesar disso, tem ocorrido uma melhora nos últimos anos, como fica nítido ao se falar de filmes 3D (“xodó” da empresa). Em 1997 se tratavam de apenas 3 salas 3D em todo Brasil e hoje já são 158.
A palestrante também nos contou que a Disney é grande produtora de filmes nacionais, e que hoje ela tem um selo que representa esta categoria (MIRAMAX- teve os direitos vendidos). Além deste, a empresa tem outras “marcas” para diferenciar e segmentar as categorias dos filmes. Entretanto, a estratégia é passar a usar “Disney” para tudo, com o objetivo de transmitir a percepção de uma marca moderna e de entretenimento para todas as idades e não somente voltada para o público infantil (a maioria dos filmes é familiar). A empresa irá se reposicionar no mercado e aos poucos, vai acabando com os seus “selos”.
Roberta ainda comparou a complexidade do mercado em território brasileiro dizendo que “o negócio de cinema no Brasil é quase como a bolsa de valores” e concluiu: “ não pode haver erros na estimativa de orçamento”. O preço médio do ingresso é um fator limitante do quanto a empresa vai investir e, segundo a visão de alguém que está por trás da indústria cinematográfica, no Brasil o preço é muito baixo (houve “burburinhos” na sala neste momento! Rs).
No modelo da “bolsa de valores”, as informações fundamentais para o sucesso da empresa são as datas, público –alvo e concorrência. Toda semana muda a data de algum lançamento, devido à negociações, lançamentos dos outros competidores, realocações, etc. De qualquer forma, a Disney conta com o suporte de programas que fornecem dados importantíssimos para os negócios.
Tratando-se de lançamentos, ficamos sabendo que estes devem fazer girar a franquia ou seja, o filme que será lançado deve passar por todas as áreas, como PDV (desde as salas, até parcerias com as lanchonetes do cinema), mobile, etc. A equipe de vendas recebe treinamento! Na pré-estréia, há muito apoio da assessoria de imprensa para aumentar a visibilidade do filme. São convidados artistas e pessoas importantes. No entanto, quando se tem um bom ano de filmes estrangeiros, segundo Roberta, no ano seguinte provavelmente será um bom ano para o cinema nacional também, uma vez que haverá mais dinheiro investido nessa área por causa da renda que é convertida dos filmes internacionais.
O fenômeno Alice
Roberta nos contou sobre o caso do lançamento do filme “Alice no País das Maravilhas” e sobre toda forma de comunicação pré lançamento, a qual começou com a promoção para os early adopters, no caso blogueiros e pessoas do ramo de influência social, depois passou à atividades virais e, por fim, para a comunicação em massa.
Muitos devem se perguntar o por quê do relançamento de “Alice” e não de outro filme antigo da Disney e Roberta nos contou que, Alice aparecia em vários modelos de entretenimento do consumidor. Foi a partir daí que, fizeram um tracking para identificar onde aparecia o tema e encontraram muitos filmes, seriados, clipes musicais, desenhos, entre outros, e como bem planejado, a Disney decidiu se apropriar de sua “criação”. “Afinal, se Alice estava em tantos lugares, por que nós mesmos não falamos de Alice?”.
O filme foi recordista de pré venda na UCI e no Cinemark e dispôs de uma promoção integrada em diversos outros ramos que incorporaram a notoriedade e a imagem do filme para desenvolver eventos e produtos direcionados à campanha de pré estréia. Um fator muito importante na campanha de lançamento do filme são os trailers e os teasers que são passados nos cinemas, pois é um lugar que o espectador já está, não é como estar em casa e passar para frente (o trailer), ele praticamente não tem escolha e tem que assistir. Por isso é importante fazer um bom trabalho com esses produtos, aguçando a curiosidade e o interesse do público-alvo. Esta é uma ferramenta super importante, pois além de não ser paga (as empresas não pagam os cinemas para exibirem seus trailers), a sua produção é barata. O ponto de venda e o próprio ingresso do filme são ótimas formas de se interagir e trabalhar também na campanha do longa. No cinema, todo lugar é válido para divulgar seu filme; pilares, espelhos, vasos, porque é ali que a pessoa vai decidir o filme que vai assistir na semana que vem. Os materiais são muito importantes e é de extrema importância a empresa saber se na semana do lançamento do seu filme terá algum concorrente com mais material que ela. A Disney se precaveu bem e bombardeou os pontos de venda com materiais de Alice! Mais de 70% dos cinemas que exibiram “Alice” estavam cobertos de material. Os cinemas são auditados e toda semana Roberta disse que recebem as ações que ocorrerão.
http://www.youtube.com/watch?v=LjMkNrX60mA
Trailer Alice
Em mídia especializada em moda, a Walt Disney criou parceria com a Ellus, que lançou uma coleção baseada no filme com uma loja conceito no shopping Cidade Jardim, que contou com a presença de celebridades, atraindo o público também para o cinema.
A mídia exterior, como outdoors entre outros, está migrando rapidamente para a Internet, por isso a importância dessa mídia, além da grande flexibilidade dela. Unindo as duas mídias:
A H. Stern desenvolveu toda uma linha de luxo de produtos conceito da “Alice no País das Maravilhas” para colecionadores com peças de até noventa mil reais. Um vídeo foi produzido especialmente para o diretor do filme, Tim Burton, com amostra dessas jóias.
http://www.youtube.com/watch?v=Mx5HbI2voaU
Vídeo H. Stern

A mídia exterior, como outdoors entre outros, está migrando rapidamente para a Internet, por isso a importância dessa mídia, além da grande flexibilidade dela. A campanha de pré estréia contou com uma verba de aproximados 10 milhões de reais (para cinema, pois tiveram outras mídias, parcerias, etc) e atingiu 4.343.559 de espectadores, e é um claro exemplo de como o planejamento de mídia deve ser abrangente e ao mesmo tempo minucioso para uma campanha de sucesso.
GRUPO:
Ana Luiza Pacheco e Silva
Ananda Santi
André Saad
Fernanda Motta
CSOS 6ºE
No dia 6 de outubro, recebemos na ESPM a gerente de marketing da Disney Brasil Roberta Fraissat. Há 14 anos na empresa, dedica seus últimos 8 anos na área de cinema, a qual integra a estrutura unificada da empresa. Além de produtora de filmes, a Disney também atua como distribuidora e compradora de filmes do mercado.
Roberta falou sobre as problemáticas do cinema no Brasil, como a falta de salas (essas que a partir da década de 80 foram substituídas por igrejas), apesar de parecer que existem bastante. O volume de filmes é muito grande e o Brasil está bem longe da saturação de PDVs; um número ideal seria o mesmo que havia na década de 80, de aproximadamente 3.600 salas de cinema. Hoje falamos de 90.000 habitantes para cada sala. Apesar disso, tem ocorrido uma melhora nos últimos anos, como fica nítido ao se falar de filmes 3D (“xodó” da empresa). Em 1997 se tratavam de apenas 3 salas 3D em todo Brasil e hoje já são 158.
A palestrante também nos contou que a Disney é grande produtora de filmes nacionais, e que hoje ela tem um selo que representa esta categoria (MIRAMAX- teve os direitos vendidos). Além deste, a empresa tem outras “marcas” para diferenciar e segmentar as categorias dos filmes. Entretanto, a estratégia é passar a usar “Disney” para tudo, com o objetivo de transmitir a percepção de uma marca moderna e de entretenimento para todas as idades e não somente voltada para o público infantil (a maioria dos filmes é familiar). A empresa irá se reposicionar no mercado e aos poucos, vai acabando com os seus “selos”.
Roberta ainda comparou a complexidade do mercado em território brasileiro dizendo que “o negócio de cinema no Brasil é quase como a bolsa de valores” e concluiu: “ não pode haver erros na estimativa de orçamento”. O preço médio do ingresso é um fator limitante do quanto a empresa vai investir e, segundo a visão de alguém que está por trás da indústria cinematográfica, no Brasil o preço é muito baixo (houve “burburinhos” na sala neste momento! Rs).
No modelo da “bolsa de valores”, as informações fundamentais para o sucesso da empresa são as datas, público –alvo e concorrência. Toda semana muda a data de algum lançamento, devido à negociações, lançamentos dos outros competidores, realocações, etc. De qualquer forma, a Disney conta com o suporte de programas que fornecem dados importantíssimos para os negócios.
Tratando-se de lançamentos, ficamos sabendo que estes devem fazer girar a franquia ou seja, o filme que será lançado deve passar por todas as áreas, como PDV (desde as salas, até parcerias com as lanchonetes do cinema), mobile, etc. A equipe de vendas recebe treinamento! Na pré-estréia, há muito apoio da assessoria de imprensa para aumentar a visibilidade do filme. São convidados artistas e pessoas importantes. No entanto, quando se tem um bom ano de filmes estrangeiros, segundo Roberta, no ano seguinte provavelmente será um bom ano para o cinema nacional também, uma vez que haverá mais dinheiro investido nessa área por causa da renda que é convertida dos filmes internacionais.
O fenômeno Alice
Capa do filme
Roberta nos contou sobre o caso do lançamento do filme “Alice no País das Maravilhas” e sobre toda forma de comunicação pré lançamento, a qual começou com a promoção para os early adopters, no caso blogueiros e pessoas do ramo de influência social, depois passou à atividades virais e, por fim, para a comunicação em massa.
Muitos devem se perguntar o por quê do relançamento de “Alice” e não de outro filme antigo da Disney e Roberta nos contou que, Alice aparecia em vários modelos de entretenimento do consumidor. Foi a partir daí que, fizeram um tracking para identificar onde aparecia o tema e encontraram muitos filmes, seriados, clipes musicais, desenhos, entre outros, e como bem planejado, a Disney decidiu se apropriar de sua “criação”. “Afinal, se Alice estava em tantos lugares, por que nós mesmos não falamos de Alice?”.
O filme foi recordista de pré venda na UCI e no Cinemark e dispôs de uma promoção integrada em diversos outros ramos que incorporaram a notoriedade e a imagem do filme para desenvolver eventos e produtos direcionados à campanha de pré estréia. Um fator muito importante na campanha de lançamento do filme são os trailers e os teasers que são passados nos cinemas, pois é um lugar que o espectador já está, não é como estar em casa e passar para frente (o trailer), ele praticamente não tem escolha e tem que assistir. Por isso é importante fazer um bom trabalho com esses produtos, aguçando a curiosidade e o interesse do público-alvo. Esta é uma ferramenta super importante, pois além de não ser paga (as empresas não pagam os cinemas para exibirem seus trailers), a sua produção é barata. O ponto de venda e o próprio ingresso do filme são ótimas formas de se interagir e trabalhar também na campanha do longa. No cinema, todo lugar é válido para divulgar seu filme; pilares, espelhos, vasos, porque é ali que a pessoa vai decidir o filme que vai assistir na semana que vem. Os materiais são muito importantes e é de extrema importância a empresa saber se na semana do lançamento do seu filme terá algum concorrente com mais material que ela. A Disney se precaveu bem e bombardeou os pontos de venda com materiais de Alice! Mais de 70% dos cinemas que exibiram “Alice” estavam cobertos de material. Os cinemas são auditados e toda semana Roberta disse que recebem as ações que ocorrerão.
http://www.youtube.com/watch?v=LjMkNrX60mA
Trailer Alice
Em mídia especializada em moda, a Walt Disney criou parceria com a Ellus, que lançou uma coleção baseada no filme com uma loja conceito no shopping Cidade Jardim, que contou com a presença de celebridades, atraindo o público também para o cinema.
Coleção Ellus “Alice no País das Maravilhas”
A mídia exterior, como outdoors entre outros, está migrando rapidamente para a Internet, por isso a importância dessa mídia, além da grande flexibilidade dela. Unindo as duas mídias:
http://www.youtube.com/watch?v=Mx5HbI2voaU
Vídeo H. Stern

Jóias H. Stern
A mídia exterior, como outdoors entre outros, está migrando rapidamente para a Internet, por isso a importância dessa mídia, além da grande flexibilidade dela. A campanha de pré estréia contou com uma verba de aproximados 10 milhões de reais (para cinema, pois tiveram outras mídias, parcerias, etc) e atingiu 4.343.559 de espectadores, e é um claro exemplo de como o planejamento de mídia deve ser abrangente e ao mesmo tempo minucioso para uma campanha de sucesso.
GRUPO:
Ana Luiza Pacheco e Silva
Ananda Santi
André Saad
Fernanda Motta
CSOS 6ºE
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
O Fenômeno Alice. Muito além da bilheteria.

Na última quarta-feira, 6 de outubro, recebemos a palestrante Roberta Fraissat que veio nos contar um pouco de sua experiência na Disney. Há 14 anos na empresa, Roberta trabalha hoje na área de cinema e nos trouxe o caso Alice no País das Maravilhas, filme cujo lançamento ilustra todo o processo de planejamento de comunicação envolvido nas campanhas que têm por objetivo chamar o público aos cinemas.
Em linhas gerais, foi possível entender que a estratégia que norteia o lançamento de um filme corresponde a execução de um trabalho de comunicação que consiga promover abordagens por meio de uma série de diferentes pontos de contato com o público. Pontuando a importância da interatividade, Roberta explicou que o relacionamento entre cliente e produto (filme) começa muito antes da estréia e vai muito além da bilheteria. Estudando interesses e afinidades, torna-se possível conhecer o público com quem se quer falar, e a partir daí definem-se planos de ação que objetivam o estabelecimento de uma relação com o público através das mais variadas mídias.
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| Roberta Fraissat durante a palestra realizada. |
Em linhas gerais, foi possível entender que a estratégia que norteia o lançamento de um filme corresponde a execução de um trabalho de comunicação que consiga promover abordagens por meio de uma série de diferentes pontos de contato com o público. Pontuando a importância da interatividade, Roberta explicou que o relacionamento entre cliente e produto (filme) começa muito antes da estréia e vai muito além da bilheteria. Estudando interesses e afinidades, torna-se possível conhecer o público com quem se quer falar, e a partir daí definem-se planos de ação que objetivam o estabelecimento de uma relação com o público através das mais variadas mídias.
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O caso trazido pela palestrante mostrou exatamente como a equipe responsável pelo lançamento nacional executa as ações da campanha, quais são os canais por eles utilizados para impactar os prospects, como a atenção a eventuais oportunidades é aproveitada e concretizada em ações novas e criativas por meio de parcerias e como funciona o fluxograma de lançamento.
Existe uma profunda pesquisa/análise, realizada muito antes do lançamento do filme, que objetiva entender o desenvolvimento do tema em questão no Brasil. Portanto, no caso do filme Alice no País das Maravilhas, a equipe busca conhecer e entrar em contato com todas as referências existentes a respeito da obra de Lewis Carroll (obra original). Isso além de direcionar a equipe a eventuais oportunidades de negócios ajuda a entender em que tipo de ambiente o tema é discutido, quem são as pessoas que se interessam e se relacionam de alguma forma com as referências encontradas e como essa relação é estabelecida. Conhecendo o publico que, independente do filme, entende, gosta e/ou tem afinidade com o tema, vale lembrar que esse público dialoga diariamente com uma série de marcas e produtos que também podem no futuro representar oportunidades de parcerias e ações conjuntas.
Esse primeiro movimento, direciona a equipe demonstrando de que maneira podem ser trabalhados os prospects mais qualificados, ou seja, que provavelmente serão os early adopters da oferta que será trazida ao mercado.
De acordo com Roberta, o planejamento de mídia é fundamental para que seja estruturada uma campanha de sucesso, levando em conta os tipos de mídia e as formas de contato que possuem maiores afinidades com o target a ser alcaçado. Tudo deve ser pensado e avaliado, desde as negociações com as áreas de programação dos cinemas, análise dos lançamentos da concorrência, estipulação de dias e horários, até as ações de comunicação em si, que também necessitam de planejamento controle e avaliação de efetividade e de desempenho durante todo o período de tempo em que o produto estará sendo ofertado.
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Os outros pontos de contato
Ponto de Venda: não há lugar melhor para achar gente que gosta de cinema do que no próprio cinema! Alice teve 76% de cobertura dos cinemas no Brasil. Uma série de promoções foram desenvolvidas incluindo venda de copos, materiais gráficos disponibilizados, trailers e outros.

Produtos no Varejo/Licenciamentos: é nesta hora que se pode entender e tagibilizar o que foi dito a respeito das pesquisas e análises que visam o aproveitamento de oportunidades. Apoiadas no apelo estético fortíssimo anunciado pelas peças publicitárias de divulgação e depois comprovado e reforçado pela exibição do próprio filme, as oportunidades surgiram, por exemplo, no setor da moda. Em parceria com a grife Ellus a Disney organizou o lançamento de uma coleção de roupas baseadas e inspiradas no filme. No setor de luxo, nada mais nada menos do H.Stern se aprofundou no tema e buscou as mais detalhadas referências que ajudassem a desenvolver uma coleção de jóias exclusivas também inspiradas em Alice. Por fim, trabalhos de licenciamento para CD’s de música com a mesma pegada do filme, games, alimentos e outros produtos também apareceram no mercado. Perceba como é interessante o caminho percorrido pela marca para impactar cada um dos diferentes tipos de públicos que podem se interessar pelo produto: do adorador e colecionador de jóias ao super-fã de moda, das crianças e adolescentes que curtem games aos apreciadores de determinado tipo de música. Confira mais produtos.
Exemplo de tendências com o tema.
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Existe uma profunda pesquisa/análise, realizada muito antes do lançamento do filme, que objetiva entender o desenvolvimento do tema em questão no Brasil. Portanto, no caso do filme Alice no País das Maravilhas, a equipe busca conhecer e entrar em contato com todas as referências existentes a respeito da obra de Lewis Carroll (obra original). Isso além de direcionar a equipe a eventuais oportunidades de negócios ajuda a entender em que tipo de ambiente o tema é discutido, quem são as pessoas que se interessam e se relacionam de alguma forma com as referências encontradas e como essa relação é estabelecida. Conhecendo o publico que, independente do filme, entende, gosta e/ou tem afinidade com o tema, vale lembrar que esse público dialoga diariamente com uma série de marcas e produtos que também podem no futuro representar oportunidades de parcerias e ações conjuntas.
Esse primeiro movimento, direciona a equipe demonstrando de que maneira podem ser trabalhados os prospects mais qualificados, ou seja, que provavelmente serão os early adopters da oferta que será trazida ao mercado.
De acordo com Roberta, o planejamento de mídia é fundamental para que seja estruturada uma campanha de sucesso, levando em conta os tipos de mídia e as formas de contato que possuem maiores afinidades com o target a ser alcaçado. Tudo deve ser pensado e avaliado, desde as negociações com as áreas de programação dos cinemas, análise dos lançamentos da concorrência, estipulação de dias e horários, até as ações de comunicação em si, que também necessitam de planejamento controle e avaliação de efetividade e de desempenho durante todo o período de tempo em que o produto estará sendo ofertado.
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Ações de Comunicação
Como já foi mencionado, muito antes de o filme estrear um grande trabalho é desenvolvido e continuado após o lançamento. No caso do lançamento de Alice, o meio on-line foi fortemente trabalhado dentro de redes sociais e blogs. A idéia neste ponto, é que se consiga “distribuir” no meio on-line todo o tipo de material que possa atingir os formadores e opinião e “líderes” deste meio. Além disso, também fez parte da campanha a criação de portais relacionados ao tema. Mais uma vez a interatividade é reforçada: uma série de plataformas foram criadas no meio digital a fim de que o público pudesse de fato interagir e se relacionar com Alice e seus personagens.
Os outros pontos de contato
Ponto de Venda: não há lugar melhor para achar gente que gosta de cinema do que no próprio cinema! Alice teve 76% de cobertura dos cinemas no Brasil. Uma série de promoções foram desenvolvidas incluindo venda de copos, materiais gráficos disponibilizados, trailers e outros.

Exemplo de tendências com o tema.
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| Aplicativo para Ipad |
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| Jóias personalizadas HStern |
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| Kit de Maquiagem |
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| Objetos Decorativos |
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| Pufe Cogumelo |
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| Almofada |
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| Case para Notebook Marc Jacobs |
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| Cômoda |
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| Cadeira |
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TV aberta e canais próprios: algumas inserções foram feitas em canal aberto (Globo) e os espaços dos canais da Disney também foram aproveitados para divulgar o filme.
TV aberta e canais próprios: algumas inserções foram feitas em canal aberto (Globo) e os espaços dos canais da Disney também foram aproveitados para divulgar o filme.
Permutas de mídia: o ingresso vira um produto de permuta muito valioso e a distribuição destes ingressos em veículos como rádio, por exemplo, ajudam na divulgação. (exemplo de promoção utilizando permutas de mídia)
Pré-estréia: chamam-se os formadores de opinião, para assistir a uma pré-estreia e nesta hora vale a qualidade do filme e sua capacidade de entreter e impressionar!
Trailer do Filme
Alice arrecadou até agora US$1.024.291.110,00 em bilheteria em todo o mundo, segundo o site Box Office Mojo. Se tornando assim o segundo filme de maior sucesso em "animação" da história da Disney, o terceiro filme mais rentável da história da Disney, também se torna o segundo filme de maior sucesso em "animação" de todos os tempos, e o 6º maior filme da história do cinema. É o primeiro filme em "animação" a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria. Se os números impressionam, existem muitos outros valores que não temos como medir, como as tendências da moda e todo o impacto que um sucesso desta magnitude causa na sociedade.
Grupo 8 - Sala 6D
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| Cazé Peçanha e João Gordo na pré-estréia do filme |
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| Mari Moon na pré-estréia do filme |
Alice arrecadou até agora US$1.024.291.110,00 em bilheteria em todo o mundo, segundo o site Box Office Mojo. Se tornando assim o segundo filme de maior sucesso em "animação" da história da Disney, o terceiro filme mais rentável da história da Disney, também se torna o segundo filme de maior sucesso em "animação" de todos os tempos, e o 6º maior filme da história do cinema. É o primeiro filme em "animação" a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria. Se os números impressionam, existem muitos outros valores que não temos como medir, como as tendências da moda e todo o impacto que um sucesso desta magnitude causa na sociedade.
Grupo 8 - Sala 6D
Juliana Frota
Fernanda Mafra
Mariana Cantarelli
Lucas Tatani
Pedro Roveri
Fernanda Mafra
Mariana Cantarelli
Lucas Tatani
Pedro Roveri
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Roberta Fraissat
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
COMUNICAÇÃO DIGITAL – YAHOO!
COMUNICAÇÃO E DIGITAL – YAHOO!
No dia 29 de setembro, recebemos o Product Marketing Manager, Alexandre Bessa, que trabalha no Yahoo! e trouxe uma discussão muito atual sobre as diferentes abordagens digitais da comunicação contemporânea.
Segundo Bessa, os novos modelos de comunicação na internet têm um grande potenciam mas ainda estão em fase de desenvolvimento e adaptação, buscando entender os reais hábitos e comportamentos da sociedade com a internet. As redes sociais se destacam como incríveis fontes de relação e conhecimento do comportamento e envolvimento das pessoas com a web. Visto que a propaganda tradicional já está saturada e que pessoas já nem mais assistem e prestam atenção nelas, a mídia digital e principalmente as redes sociais estão sendo cada vez mais exploradas. Além disso de tudo isso, a web se mostra um meio barato e eficaz para se divulgar informação e mensagens com novos formatos.
Apesar de ser uma plataforma de grande potencial e de infinitas oportunidades, é um meio ainda um pouco desconhecido que gera incertezas na hora de apostar e investir. As empresas são ainda muito céticas em relação a esse universo mas aos poucos elas vem compreendendo e integrando novas idéias e propostas provindas do idéia ao mundo digital.
Nos dias de hoje, a mídia digital já está completamente integrada às tradicionais formas de comunicação, porém o que diferencia ela das demais é sua capacidade de comunicar de maneira mais assertiva e segmentada. Além disso, ela incita o engajamento e retorno imediato do público, tornando as marcas mais presentes e íntimas pro consumidor.
Segundo Bessa, a comunicação deve explorar e combinar todos os meios e plataformas além de se apoiar em uma narrativa consistente. Ele enfatizou que o consumidor precisa se identificar com ela e a propagação de uma boa narrativa garante que a mensagem entregue seja direta e coerente.
Olhando por um espectro mais amplo da comunicação, as campanhas das marcas ultrapassaram a mensagem por si só, elas estão se utilizando da identidade de marca para passar conceitos às pessoas, gerando motivações e por fim determinando um comportamento, chamando o consumidor para a ação. A marca cria vida própria, não precisa necessariamente mostrar o produto e seus atributos, a intenção é fazer com que as pessoas vivam uma experiência legal, significativa com o meu produto. Segundo Bessa, “o comportamento dos consumidores são motivações filtradas por oportunidades” e com base nisso citou alguns casos de sucesso: o da Nike, Skol, Xelibri e Playstation serviram como exemplo de propagandas que determinam um comportamento.
Todas as marcas citadas na palestra já perceberam que o engajamento do consumidor com a marca acontece na internet e é com base nisso que essa plataforma vem sendo cada vez mais explorada. A percepção de presença que a internet, ou melhor, que as redes sociais proporcionam é um fator que está impulsionando o crescimento do meio e atua como uma forte tendência para todas as marcas que almejam se destacar.
Confira o vídeo que resume a os principais pontos da palestra:
Amabile Barel
Ana Paula Souza
Helena Finotti
Juliana Ribas
Lucas Muraguchi
Mayra Piesco
CSO 6A
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